Sou intensa demais, sabe?! Não existe nada que possa medir por exato tudo que se passa aqui dentro. Ou sinto demais ou sinto de menos. Nunca na medida certa. E esse é todo o problema, porque deixa eu te contar uma coisa sobre ser assim: É horrÃvel!… Eu fico quebrando a cara, o coração e todos os caquinhos ficam espalhados por aÃ, o vento os leva e nunca mais consigo encontrá-los. (…) Aà acontece a mágica: Uma nova paixão aparece e consigo ser inteira com ela, acredite se quiser. Acho que meu coração se regenera, ele acredita nessa coisa de que “dessa vez vai ser diferente” e eu vou no embalo dele. O problema é que não é. Nunca é. E talvez, nunca seja. Mas eu continuo acreditando.
Eu sou o tudo. Eu sou o Nada.
Sou os livros que li, os momentos que passei, eu sou os brinquedos que brinquei, e os amigos que conquistei. Sou o amor que dei, e os amores que tive, as viagens que fiz, e os esportes que pratiquei (ou não). Sou minha matéria preferida,minha comida predileta,essa sou eu...eu mesma, será que vais entender? Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objetivos alcançados. Eu sou o meu interior,mas tambem meu exterior. Sou um conjuntos de fatores que voce não pode entender. Sou a saudade, os abraços que ja dei, eu sou o passado, mas tambem o presente e o futuros, sou os meus atos.
Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!
Sou a complexidade do mundo.